segunda-feira, 6 de abril de 2009

Relatório do Pentágono prevê catástrofes sem precedentes!

Catástrofes climáticas sem precedentes na história
provocarão intensificação do "Princípio
das Dores" vaticinado por Jesus em seu Sermão Profético


Os sinais que antecedem à Segunda Vinda de Jesus, mencionados no seu Sermão Profético (Mateus 24.4-8), estarão se cumprindo nos próximos 10 a 15 anos com uma intensidade
nunca antes vista, provocando desastres naturais inigualáveis, mudanças climáticas bruscas que ceifarão a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo em poucos anos, guerras e conflitos generalizados, pestes e grande fome e seca.


Essa afirmação não vem de um especialista em Escatologia Bíblica ou pregador internacional de renome, mas de um relatório secreto de Pentágono para o governo dos Estados Unidos, que acabou vazando para a imprensa em fevereiro (de 2004). O relatório, que foi pedido por Andrew Marshall, influente conselheiro de Defesa do Pentágono nas últimas três décadas, se baseia em estudos científicos minuciosos realizados nos últimos anos para tentar prever
grandes catástrofes naturais.

Em 9 de fevereiro, a revista norte-americana Fortune publicou pela primeira vez essas nformações, em uma matéria recheada de detalhes técnicos do Pentágono confirmando
essa sombria previsão. O título da matéria é Climate Collapse, the Pentagon`s weather nightmare (Colapso climático, o pesadelo do Pentágono). Na matéria, o articulista
David Stipp afirma, sobre as mudanças climáticas profundas que a Terra experimentará dentro de pouco tempo, que "há poucos anos tais mudanças pareciam ser sinais de possíveis problemas para nossos filhos e netos, mas hoje anunciam um cataclismo que pode não esperar convenientemente que já tenhamos passado à história". Stipp ainda diz que, em menos
de uma década, o clima no mundo pode virar "como uma canoa que se inclina pouco até emborcar de repente".


A previsão é que essa virada brusca ocorra entre 2010 e 2020.

22 de fevereiro, a revista britânica Observer também publicou as informações do Pentágono, que acabaram ganhando repercussão internacional depois dessa segunda matéria,
que corroborava e legitimava o já anunciado. Aos poucos, pessoas que participaram desses estudos se manifestaram confirmando-o, o que provocou a crítica de alguns setores das sociedades norte-americana e européia, que ficaram irritados com o fato de o governo
dos Estados Unidos ter escondido essas informações por quatro meses, até que a imprensa as descobrisse. Entre os que confirmaram o teor do relatório estão os dois autores: Peter Schwartz, consultor da Central de Inteligência Americana (CIA) e ex-chefe de planejamento do Grupo Royal Dutch/Shell, e Doug Randall, da Global Business Network, sediada na Califórnia.


Segundo matéria de capa da revista Carta Capital de 3 de março, que foi a única a explorar o assunto no Brasil, Schwartz e Randall afirmam que "a mudança climática deveria
ser elevada além do debate científico para uma preocupação da segurança nacional norte-americana". Os autores do relatório ainda asseveram que "um cenário de mudanças
climáticas catastróficas e iminentes é plausível e desafiaria a segurança nacional norte-americana de maneira que deveriam ser imediatamente consideradas". Os dois ainda prevêem já para 2005 enchentes generalizadas em algumas partes do mundo devido ao aumento sobranceiro do nível dos mares, o que será "calamitosa para milhões de pessoas".

A matéria da revista Observer afirma que, em fevereiro, cientistas de renome internacional visitaram a Casa Branca para exporem "seus temores sobre o aquecimento global". A contundente reportagem, citada na revista Carta Capital, diz ainda que, segundo Schwartz
e Randall, "até 2020, faltas catastróficas de água e energia vão se tornar cada vez mais difíceis de superar e causarão guerras ao redor do mundo". De acordo com Randall, "potenciais ramificações de rápidas mudanças climáticas podem criar o caos no globo", e acrescenta: "É uma coisa deprimente, é uma ameaça à segurança que é única, porque não existe um inimigo para
apontar nossas armas e não temos controle sobre a ameaça".

As sombrias previsões do Pentágono

As conclusões do relatório do Pentágono são realmente assustadoras, e mais uma vez confirmam contundentemente as profecias de Jesus para o fim dos tempos.

Segundo o Pentágono, "as guerras futuras serão travadas por sobrevivência". Até 2007, chuvas cairão tempestivamente "destruindo barreiras costeiras e tornando grande parte da Holanda inabitável" e "Bangladesh se tornará quase inabitável devido à elevação do nível do mar, que contaminará seus suprimentos de água doce".

Nos Estados Unidos, barreiras no rio Sacramento, na Califórnia, "serão rompidas, interrompendo o sistema de aquedutos que leva a água do norte ao sul". Por outro lado, em alguns países, "o
acesso à água se tornará um campo de batalha" e os rios Nilo, Danúbio e Amazonas serão considerados "de alto risco", devido aos conflitos que poderão haver por água.

A República das Maldivas, muito suscetível a tempestades e inundações, e que tenta salvar-se hoje construindo uma ilha artificial, sofrerá terrivelmente com as mudanças climáticas. As inundações por elevação do nível do mar serão freqüentes na América Central, no sul da mérica do Norte, e na África, Ásia e Oceania. Com o derretimento das geleiras do Ártico, já nítido
em nossos dias, a água doce será liberada, juntamente com a chuva intensificada pelo aquecimento global, e será misturada à Corrente do Golfo, "reduzindo sua salinidade e ensidade". Assim, "a corrente, hoje submarina, seria retida na superfície e perderia seu ímpeto", travando "a correia transportadora que conduz calor do Caribe para a Europa Ocidental". O resultado
disso? "Icebergs chegariam à costa de Portugal e a Europa congelaria. Em 2020, a temperatura média já teria caído 3 graus na maior parte do Hemisfério Norte".

Outras previsões são a de que "uma redução significativa na capacidade do planeta sustentar sua população atual ficará evidente nos próximos 20 anos";
e de que até 2010 haverá "um aumento de 33% da temperatura no verão de alguns países do mundo.
Prevê-se
que "o clima começará a perturbar a economia à medida
que chuvas, secas e ondas de calor tragam o caos à agricultura".


O relatório ainda diz que lugares onde antes havia muito calor
e seca poderão sofrer inundações, enquanto lugares
onde o calor era grande padecerão com dias muito frios. Basta
usar como exemplo as chuvas deste ano - 2004 - no sertão nordestino,
que fizeram com que cidades que fazia anos estavam em estado de calamidade
pública por causa da seca fossem inundadas e ficassem em estado
de calamidade devido às enchentes. Enquanto isso, "megas
secas afetarão os celeiros do mundo, incluindo o Meio-Oeste
norte-americano, onde fortes ventos provocarão erosão
do solo".


O Pentágono declara também que haverá países
frios que ficarão ainda mais gelados, como é o caso
das nações escandinavas; e países quentes que
terão suas temperaturas ainda mais elevadas. O resultado disso é que "imigrantes
da Escandinávia procurarão climas mais quentes ao sul,
e o sul da Europa será invadido por refugiados de países
duramente atingidos na África". Concretizando-se esse
quadro, a tendência é que o centro da Europa se torne
uma "fortaleza", impedindo a chegada de imigrantes do norte
e do sul. "Ondas de imigrantes se tornarão um problema
significativo", diz o documento.


É
um verdadeiro cenário apocalíptico que se avizinha.


As profecias de Jesus sobre o "Princípio das
Dores"


Tudo isso que está sendo anunciado pelo Pentágono não
se constitui novidade para os conhecedores das profecias bíblicas
que atentam para seu cumprimento.


Em Mateus 24.4-14, Jesus, em seu célebre Sermão Profético,
lista para seus discípulos os sinais que antecederiam à sua
Vinda. Nessa passagem, Ele deixa claro que com a proximidade do fim
dos tempos, determinados fenômenos climáticos e sociais
irão se intensificar: "E ouvireis de guerra e de rumores
de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister
que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.
Porquanto se levantará nação contra nação,
e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos
em vários lugares. Mas todas essas coisas são o princípio
das dores", Mateus 24.6-8.


Esse "princípio das dores", de que fala Jesus, trata-se
das "dores de parto" do Reino Messiânico que se aproxima.
Por isso, à medida que virem o aumento dos sinais preditos
por Jesus, os crentes não se atemorizam, pois sabem que "a
redenção está próxima".


A estada final do crente fiel não é aqui na Terra,
mas junto ao Pai celestial. O Céu está reservado
para os servos de Deus.


Eventos Finais Antes da Volta de Cristo


Estamos vivendo os momentos finais desta terra. Como saber mais
sobre isto é o que veremos neste estudo...


Tudo começou quando Daniel recebeu uma visão de Deus
sobre os momentos finais deste planeta; veja: Ele me disse: Até duas
mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.
(Daniel 8:14 RA). Vamos entender esta profecia:


No 3º ano do reinado do rei Belsazar (Dan. 8:1), monarca babilônico,
Daniel recebeu esta profecia de Deus... Uma profecia que ele ficou sem
entender nada! Dan. 8:27. Dois anos antes (Dan. 7:1) Daniel já tivera
a mesma visão (assunto) só que sob outra perspectiva
(Dan. 7.2-28 onde foi-lhe mostrado as nações que sucederiam à nação
babilônica, isto até o dia do JUÍZO FINAL, quando Cristo
herdaria este reino).


Porém, nesta ocasião, Daniel volta
ao Senhor em oração,
jejum e contrição (Dan. 9:3) para pedir pelo povo. Daniel
conhecia através dos livros (os quais hoje chamamos de Velho Testamento)
que Jeremias havia profetizado que o cativeiro babilônio duraria
setenta anos. Daniel compreendia que muitas das profecias de Deus são
condicionais – caso
o povo não agisse conforme o esperado, por Deus, esta profecia poderia
não concretizar-se – e inicia um longo período de oração
em favor do povo cativo.


Deus, em sua benevolência vem até Daniel e lhe apresenta uma outra
visão... (Dan. 9.25-27). Esta visão veio em resposta às
orações e indagações de Daniel em relação
ao seu povo e à profecia que Ele havia dado anteriormente. Veja: No
princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to
declarar, porque és mui amado; considera, pois, a coisa e entende a
visão. (Daniel 9:23 RA).


Só que, embutida na profecia das duas mil e trezentas tardes e manhãs,
Deus concedeu ao povo judeu um longo período de 70 semanas proféticas,
ou seja: 490 anos conforme Núm 14:35, Eze. 4:6. Daniel ficou ainda mais
confuso. Dan. 10:1. Conforme o que havia sido revelado a Jeremias. O seu povo
estaria cativo por 70 anos; Daniel, agora prestes a vencer o tempo desta profecia
ora incessantemente pelo seu povo pois sabe que o povo estava cada vez mais
afastado do Seu Criador... Como poderiam eles satisfazer as condições
para que se cumprisse a profecia de Jeremias? E, Deus, agora vem e lhe apresenta
um período ainda maior: 490 anos!


Veja que no verso 24 do capítulo 9, Deus apresentou-lhe as condições
finais para o seu povo: Setenta semanas estão determinadas sobre o teu
povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para
dar fim aos pecados, para expiar a iniqüidade, para trazer a justiça
eterna, para SELAR A VISÃO E A PROFECIA (sobre as duas mil e trezentas...
pois o assunto ainda é o mesmo) e para ungir o SANTO DOS SANTOS. (Daniel
9:24 RA). LEIA a profecia sobre as 70 semanas na sequência dos versículos – Dan.
9:25-27. As 70 semanas seriam um período em que o povo judeu poderiam
restaurar a soberania nacional, se assim escolhessem pois, como nós,
tinham o livre arbítrio... Ao rejeitarem o Messias o povo judeu atingiriam
o limite de suas iniqüidades para com Deus. Era o que apontava
a profecia menor!


Começando em 457 a.C., quando foi emitido o decreto para restaurar e
construir Jerusalém (Esdras 6:1-6, 12; 7:11-26), Dan. 9:25), contam-se
7 semanas (49 anos) para indicar-se o tempo empregado na obra da restauração
de Jerusalém – Lendo Esdras e Neemias confirmaremos
esta parte da profecia...


Estas sete semanas são, contudo, parte das sessenta e nove (483 anos)
que deveriam estender-se até ao Messias, o Ungido. Cristo foi ungido
no ano 27 (Lucas registra a época do batismo de Jesus: & Luc. 3:1)
da nossa era, por ocasião do Seu batismo - & Mat. 3:13-17; Atos
10:38.

No meio da última semana (septuagésima semana – ano 31
a.D.), Cristo foi crucificado, ou “tirado”, o que determinou o
tempo em que os sacrifícios e oblações do santuário
terrestre deveriam cessar - & Dan, 9:26, 27; Mar. 15:38.


Os três anos e meio restantes desta semana chegam ao ano 34, ou ao apedrejamento
de Estevão, e à grande perseguição da Igreja de
Jerusalém que se seguiu (Atos 7:54-59 e 8:1).

Isto assinala o fim das setenta semanas, ou 490 anos, cedidos (cortado)
ao povo judeu. Veja que foram anos literais... Hoje, os poucos
movimentos evangélicos
que estudam Daniel crêem que 69 semanas foram literais e que a última
semana, sem nenhuma base bíblica seriam espiritual, ou seja, um período
indefinido que ainda não acabou... Isto seria como mudar a regra do
jogo em pleno andamento ou pior ainda, nos minutos finais. Não é?


Saiba você irmão que Deus é um Deus que não muda – Mal.
3:6 – pois Ele é eterno. Para comprovar esta tese, procuram antecipar
a data do início da profecia em uma semana e assim a última semana
só ocorreria após o povo judeu ser rejeitado... Mas o verso de
Dan. 9:27 é claro, coloca as coisas – os fatos históricos
amplamente conhecidos e confirmados – em seus devidos lugares, ou seja,
a história comprovou a profecia...


Note que, no verso 27 de Daniel 9, apresenta um tempo condicional:
até que
a destruição que está determinada, se derrame sobre ele...
Muitos querem que esta destruição seja a destruição
de Jerusalém que ocorreu em 70 a.D. Porém, a destruição
de Jerusalém não é um marco dentro desta profecia, ela é apenas
mais um fato que ocorreria e que foi anunciada ao povo legalista dos dias de
Jesus em Mat. 24:15-20, confirmando o que foi dito no verso 26 de Daniel 9:
Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não
estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a
cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e
até ao fim haverá guerra; desolações são
determinadas.


Muitos apontam que este príncipe seja Antíoco IV Epifânes,
mas fica muito claro que aqui está falando do poderio romano que destruiria
Jerusalém. Tudo isto por não querer que as 2.300 tardes e manhãs
sejam 2.300 dias proféticos, ou melhor, 2.300 anos que culminariam em
1.844, pois as setenta semanas faz parte dos 2300 dias/anos; e como chegamos
ao ano de 34 a.D., os 1810 anos restantes devem atingir o ano de 1844. Ano
em que a obra do juízo, a purificação do santuário
celestial, (& Heb. 8:2) devia começar. & Apoc. 14:6e7.

Veja que para compreender esta profecia usamos apenas a Bíblia; não
fomos atrás de textos ou fontes de outros livros (históricos)
para elucidá-la.


Mas, por volta desse tempo (1844) começaram os pesquisadores da Palavra
de Deus a ter uma compreensão especial de todo o assunto do santuário
(& Dan. 12:4 – veja o comentário no fim deste estudo) e da
obra sacerdotal ou mediadora que Cristo nele (o santuário) executa.
Muitos compreenderam mal (como muitos ainda não compreendem) esta profecia
dada a Daniel, e a nós...


Pensavam que a Terra era o santuário que Cristo viria purificar... Porém,
após a grande decepção profetizada no Apoc. 10:1-11 (U
Solicite o estudo sobre esta profecia do Apocalipse), cristãos perseverantes
em oração, voltaram às Sagradas Escrituras e lendo o livro
de Hebreus, entenderam onde erraram. O santuário a ser purificado era
o Santuário Celestial, mais especificamente, o lugar santíssimo
- & Heb. 9:25.

Novamente, muitos crêem que este santuário ainda será construído
para a volta de Cristo. Outros, que o santuário será a terra
durante o milênio do Apoc. 20. Querem crer em algo que possam ver literalmente
e não com os olhos da fé.


Veja que no livro de Daniel, temos cerca de 19 profecias... Dezessete
delas já ocorreram aqui na Terra. Uma ocorreu nos céus – creia
nisto irmão! Heb. 9:24. Falta, portanto, a última delas: a volta
de Jesus, literalmente – Apoc. 1:7.


Cristo, assim sendo, entrou em 1844 no Santuário Celestial e desde então
está fazendo sua última obra celestial, antes de nos buscar.
Esta obra é a separação dos bodes das ovelhas, a separação
do trigo do joio, a separação das virgens néscias das
prudentes (& Mat. 25, 26), ou seja: o selamento do Seu povo – Apoc.
7:3.


Quatro grandes eventos se acham, portanto, localizados por esse
grande período
profético: O primeiro advento de Cristo, Sua crucifixão, a rejeição
do povo judeu como nação e a obra do Juízo Final. Por
isso, estimado irmão, isto é muito importante para a sua salvação:
Cristo já veio; Cristo já foi crucificado; o Povo judeu já rejeitou
a Cristo e, O Juízo de Deus já se iniciou, resta-nos pouco tempo;
decida-se. O tempo é agora, amanhã pode ser tarde
demais...


Mas tão logo a compreensão, ou seja, a elucidação
desta profecia, cumpria-se os sinais apontado por Cristo em Mat. 24:29 sobre
os eventos finais. Veja: Logo em seguida à tribulação
daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua
claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus
serão abalados...


Cumpriram-se integralmente: 1º de novembro de 1755 – Lisboa: “o
maior dos terremotos conhecido”; o dia 19 de maio de 1780 – nordeste
do continente norte-americano: “testemunhou uma extraordinária
escuridão”, durante o dia o sol foi encoberto de tal forma que
era impossível até mesmo ler ao ar livre, e à noite jamais
fora vista tamanha escuridão... e quando finalmente surgiu a Lua, era
como sangue. Leia Apoc. 6:12. Cristo também profetizara sobre a queda
das estrelas: e cumpriu-se em 13 de novembro de 1833... “o mais extraordinário
espetáculo de estrelas cadentes de que há registro”.


Durantes séculos estas profecias (de Daniel) estiveram “seladas” para
o nosso conhecimento – Dan. 12:9e10 – e finalmente chegara o momento: “o
fim do tempo” da profecia. Naqueles tempos, quando os sinais que Cristo
predissera estavam ocorrendo e que o poder papal tinha sido subjugado por Napoleão
(1798), e a Bíblia estava sendo divulgada como nunca antes fora, surgiram
as condições para a compreenção da maior profecia
envolvendo tempo já registrada na Bíblia.


Mas, Cristo não virá sem que primeiro venha a apostasia, e seja
revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o qual
se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus, ou objeto de culto,
a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse
o próprio Deus e completando: o ministério da iniqüidade
já opera – II Tes. 2:3, 4e7. Paulo estava falando sobre os perigos
do papado (o anticristo, ou seja: a Besta que emerge do mar) que pouco a pouco
desvirtuou a Igreja de Cristo e tornou-se o “Vigário de Deus na
Terra”.

Lá no Apocalipse 13, temos João aparentemente repetindo Daniel,
ao descrever a Besta que emerge do mar... Mas são apenas símbolos
sobre os reinos em que Satanás tem exercido o seu poder...


João, vivendo seiscentos anos depois de Daniel, vê essas mesmas
potencias sobre um ângulo diferente... podia olhar tanto para o passado
como para o futuro... Embora Roma fosse o poder dominante tinha sombras da
Grécia (Império greco-romano), daí o símbolo com
corpo semelhante a Leopardo. A Besta também incorporava aspectos dos
antigos reinos da Pérsia e Babilônia (pés de urso e boca
de leão). Mas a ênfase é dada a divisão subseqüente
de Roma...

Entre os versos 2 a 8 temos, então, suas características: É um
poder religioso e que recebe adoração dos homens (v.8); também é um
poder político de alcance mundial (v.7); num momento da história
perdeu o seu poder (1.798), mas hoje impõe respeito e admiração
mundial (v.3); blasfema contra Deus (v.5); persegue o povo de Deus (v.7) e
seu poder dura ou durou, 42 meses proféticos = 1.260 dias/ano (v.5).
Agora responda: Você conhece algum poder religioso que satisfaça
estas características? Para facilitar, veja em sua Bíblia, a
redação da Lei de Deus como Ele a entregou em Êxodo 20,
e compare-a com a lei que os seres humanos hoje conhecem... Quem mudou essa
Lei? Veja também Daniel 7:25...


Satanás, poucas vezes veio pessoalmente “tentar” ou exercer
o seu poder contra a raça humana. Sempre usou algo, alguém ou
poder para fazer a sua obra. No deserto, um dia, logo após do batismo
de Jesus, ele veio e o tentou pessoalmente. Foi derrotado naquela ocasião
apenas com o uso das Sagradas Escrituras. E Cristo, o venceu novamente na cruz...
(I Cor. 15:54). Mas, justamente por tê-lo vencido, foi necessário “esconder-se
no deserto” por “mil, duzentos e sessenta dias/anos”... Apoc.
12:6.

Em Apoc. 12:7-9, 12, João fica sabendo como a “serpente” veio
parar aqui na Terra... Então começa a grande perseguição à Igreja
de Cristo que durou até 1.798, conforme descrevemos... (Apoc. 12:13-18).
Mas lemos que um remanescente fiel, guardador de Seus mandamentos e que possuem
o Seu testemunho (Apoc. 12:17, cf. Apoc. 19:10), será então o
grande alvo de Satanás... A Igreja Verdadeira e Remanescente
de Jesus.


Mas, no verso 11 de Apocalipse 13, João vê uma outra besta, agora
surgindo da terra. Novamente vamos às suas características: É um
poder que, no início, fala como um cordeiro; mas depois fala como dragão
(v.11); esse poder coloca toda a sua força a serviço da primeira
besta (v.12 – você já chegou a uma conclusão sobre
quem representa a primeira besta, em nossos dias?); é um poder que deslumbra:
faz até cair fogo do céu (v.13); exige obediência
a uma imagem da primeira, ou seja, parece com a original (v.14).


Neste ponto, temos características que ainda estão por ocorrer
na história da humanidade, ou seja: decretará a morte daqueles
que não obedecer à primeira (v.15); e, marcará todos os
seus seguidores, afim de que aquele que não tiver a sua marca não
possa comprar, nem vender (v.16).


Para saber de quem agora estamos falando, pense nisto: Existe hoje
algum país
poderoso, que no inicio de sua história, foi um país cristão,
estudioso da Bíblia, que defendia a liberdade de adorar a Deus, segundo
a consciência de cada um? Qual país tem um poderio militar que
até “fogo do céu” fez cair? E mais estas características
bíblicas, o ajudarão a reconhecer este “poder”: escolherá um “dia” como
símbolo do primeiro e mais importante; fará com que todos “adorem” neste
dia, sob pena de “não poderem comprar e nem vender”, caso
não obedeçam...


Lembre-se das palavras de Cristo, no monte das Oliveiras, registradas
em Mateus 24:15-20 – “Quando, pois, virdes o abominável da desolação
de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda)...” Suas
palavras eram referentes àqueles dias (a destruição de
Jerusalém literal) e também à terra em seus dias finais
(a Jerusalém espiritual)...


Eu, pessoalmente, vejo como um sinal destes tempos a “tecnologia” dos
alimentos híbridos ou transgênicos. Penso que, quem “deter” esta
tecnologia poderá manipular, mundialmente, as nações...
Também doenças – puramente de origem carnal – causadas
por vírus como o ebola e o da aides, e mais recentemente a volta do
antraz, são sinais de que Sodoma e Gomorra era pouco comparado com nossos
dias...

Agora para facilitar, responda: Qual o poder político e protestante
(fala como o Cordeiro), que em nome da liberdade do povo não medem conseqüências;
e que atualmente é tão evoluído (primeiro mundo) que,
poderá portanto, cumprir estas profecias? E, poderíamos acrecentar:
sofreu uma violenta agressão em seu ego com este ataque
terrorista...


Ao entrarmos no capítulo 14 do “Livro das Revelações”,
encontramos três Anjos trazendo a mais importante mensagem de Jesus para
nós! Mas antes das mensagens vemos o Cordeiro de Deus (verso 1) acompanhados
de 144.000 “escolhidos”. Conforme vimos no capítulo 7, estes
são os que mereceram um premio especial por serem perseverantes, durante
a última “grande tribulação”, pouco antes
da vinda do “Filho do Homem”... Apoc. 7:14. Estes que foram arrebatados “vivos” em
Sua volta terão o privilégio especial de acompanhar
a Cristo em todos os lugares em que Ele for, por todo o sempre,
amem! Apoc. 14:1-5


Quanto ao número “144.000” muitos, de diversas denominações,
crêem ser literal; ou seja: um número definido, fechado... Não
percebem que o Apocalipse é totalmente escrito por meio de símbolos...
Compreenda que, quando foi dada a ordem para o Anjo selar estes escolhidos – de
todas as nações da Terra – com o nome de Deus em suas frontes
(centro das emoções), o próprio João diz: “Depois
destas coisas vi grande multidão, que ninguém podia enumerar...” (verso
9); portanto, inumerável!

E tem mais, seria injusto para com um cristão que durante toda a sua
vida, tenha se preparado para ser um dos 144.000 e por fim a morte o vencer...
já que estes escolhidos serão “arrebatados vivos” – I
Tess. 4:17. Por outro lado, também seria injusto, durante as últimas
pragas arrasadoras, serem estes justos submetidos à elas. Não
acha?


Por isso Cristo manda o Seu Anjo “selá-los” e por fim protegê-los
para que possam suportar, por mais um pouco, quando então se encontrarão
com os mortos em Cristo, já ressuscitados – I Cor. 15:50-58. Afinal,
o que é este selo? Como seremos selados?

Antes de respondermos, devemos saber que assim como as profecias
referentes aos homens são condicionais (dependem do seu comportamento e livre arbítrio – Leia
o livro de Jonas), também esta “marca” é condicional,
ou seja, não é definitiva – não significa que “uma
vez salvo, salvo para sempre – pois se nos mantivermos na graça
de Cristo, então estamos marcados (separados); assim como os “já” mortos
em Cristo, o foram...


E essa marca, o que é? Primeiro vejamos: uma marca ou sinal é algo
feito para diferenciar alguma coisa de outra. Daí o porque
de marcarmos, selarmos, etc.


Segundo, portanto, procuremos nas Sagradas Escrituras algo que
nos diferencie dos ímpios... E, lá em Ezequiel 20:20, encontramos: santificai
os meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós,
para que saibais que Eu sou o SENHOR, vosso Deus. Veja alguns versículos
anteriores, a saber: Ez. 20:12-14,19. Deus cita os Seus estatutos (Leis Morais)
e no centro do Decálogo encontramos o Sábado do Sétimo
Dia; veja Êxodo 20:1-17.


Mas então o que será a grande tribulação? Será durante
aqueles dias em que a Besta que emerge da terra, fizer uma imagem da Besta
que emerge do mar e “tentar” marcar na mão (símbolo
de obras) ou na fronte os “seus” seguidores; para que só os “marcados” possam
comprar ou vender – Apoc. 13:1-18...


A seguir temos três mensagens angélicas que são importantes
por nos trazerem um alerta para que não percamos a vida eterna... O
profeta Joel no capítulo 3, verso 14 afirmou que são “multidões
no vale da decisão” que devem refletir em suas vidas e optar por
Cristo, enquanto ainda “houver tempo”... pois nem todos tomaram
uma decisão de pertencer a Deus ou a Satanás. O juízo é eminente!
Somente os nomes dos vencedores serão mantidos no Livro
da Vida...


João relatou assim a primeira mensagem Angélica: “Vi outro
anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar...
dizendo em grande voz: Temei a Deus e daí-lhe glória, pois é chegada
a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra,
e o mar, e as fontes das águas...”Apoc. 14:6,7.


Ao dizer voando pelo meio do céu, João – Cristo – queria
mostrar-nos a urgência

da mensagem; e, quanto ao Anjo, que trazia um Evangelho Eterno – já que
Deus é Eterno e não muda – e exaltava o Criador, note bem
as suas palavras...

São palavras semelhantes (mesmo sentido) às usadas em Gênesis
2:1-3 (o Sétimo dia da Criação) e as mesmas gravadas nas
Tábuas da Lei – imutáveis como Deus – (em Êxodo
20:11), referentes ao quarto mandamento; mostrando com isso o seu louvor e
reconhecimento ao Senhor da Criação. Uma mensagem contra os “evolucionistas”!


Vejam que, quando Deus abençoou e Santificou o Sétimo Dia, separou-o
para fins religioso, ou seja: um perpétuo memorial ou sinal de que todos
os que o guardam (os “criacionistas”), o fazem em reconhecimento
e honra do seu Criador...

E justamente neste ponto, que o Anjo diz: “pois é chegada a hora
do seu juízo”.


Neste ponto, é importante realçar que o julgamento final, que
comumente é limitado à segunda vinda de Cristo, conforme a Bíblia,
ele é composto de quatro fases, a saber:


1 – O julgamento antes da segunda vinda. O Filho do Homem apresenta-Se
ao Ancião de Dias (Dan. 7:9-14,26e17), purifica o Santuário (Dan.
8:14) e investiga os livros (Dan. 7:10), de modo a comprovar quem está qualificado – desde
o início dos tempos – para permanecer com o seu nome no Livro
da Vida (já que estes ainda não receberam a sua recompensa e
continuam no “seu” sono eterno – Heb. 11:39e40).
Veja Daniel 12:1e2...


2 – O julgamento por ocasião da segunda vinda. O Filho do Homem,
assentado em Glória, e separa as ovelhas dos bodes. Mat.
25:31-46.


3 – O julgamento durante o milênio. Durante mil anos os santos
assentam-se em tronos; e lhes é atribuída a tarefa de julgar;
o que fazem mediante o exame dos registros dos que não se salvaram e
também aos anjos caídos – Apoc. 20:4; I Cor.
6:2e3.


4 – O julgamento final do milênio. No final do milênio é executada
a sentença divina, quando os ímpios e a própria morte
serão lançados no lago de fogo. Apoc. 20:12-15.


Convém lembrar que muitos, usando datas nada bíblicas (1.914?),
afirmam que com a vinda, não literal de Cristo (espiritual – olhos
de fé), teremos então “mil anos de paz”... E deste
a data , por “eles” testemunhada, nunca o mundo enfrentou
tantas calamidades, fomes, terremotos e guerras... Luc. 21:11.


Como sabemos, o Julgamento que começou ao final dos 2.300 dias/anos
(1.844), acha-se descrito em Daniel 7. Esta é a primeira fase do julgamento
final, quando o Cristo Se dirige, não à Terra, mas ao Ancião
de Dias, nos céus... Heb. 9:24.


Na seqüência, com a mesma urgência, vem o segundo Anjo com
a sua mensagem, dizendo: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem
dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua
prostituição” (Apoc. 14:8). A esta mensagem João
dedica dois capítulos especiais para explica-la...


Mas, antes destas explicações dadas nos capítulos 17 e
18, posso adiantar que, o nome Babilônia foi pela primeira vez introduzido
na “Palavra do Senhor” no livro de Gênesis 11, quando Ninrode,
em franca apostasia (afastamento de Deus) resolveu construir uma torre que
alcançasse os céus – Bab-ril, porta de Deus – e Deus
desceu e confundiu-lhes a língua; e a este lugar Deus chamou de Babel
ou seja, Babilônia, significando então “confusão”.
Já em linguagem simbólica representa apostasia, arrogância,
confusão e salvação humanamente arquitetada...
Isa. 14:13


Temos então que Jerusalém (Salém – paz) tornou-se
o centro do reino terrestre de Deus, enquanto que Babilônia (Babel – confusão)
passou a ser o centro do governo terrestre de Satanás...
Portanto, no Novo Testamento, particularmente no Apocalipse, estas
duas cidades representam
dois reinos espirituais...


Voltando ao capítulo 14, temos que João ouviu então
a terceira mensagem: “Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro,
dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem
e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também
esse beberá do
vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice
da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante
dos santos anjos e na presença do Cordeiro. A fumaça
do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e
não têm descanso algum, nem
de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem
quer que receba a marca do seu nome” Apoc. 14:9-11.




Pelo teor da mensagem Angélica, podemos notar que ela se refere aos
nossos dias... Pois em nenhuma outra época vivemos tamanha apostasia
mundial, como a que estamos vivendo hoje e que tudo aponta para o cumprimento
literal da profecia do cap. 13:16,17; ou seja: obediência mundial ao
poder apóstata!


Aquela igreja que surgiu durante a Reforma Protestante, e que
foi tão
perseguida, foi elogiada por sua perseverança e fé (Apoc. 13:10);
mas agora, a igreja dos “remanescentes”, não só é elogiada,
mas também diferenciada pela “guarda” dos mandamentos eternos
de Deus... “Aqui está a perseverança dos santos, os que
guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” Apoc.
14:12.


Neste momento, João compreende – será que nós também
compreendemos? – que chegou o momento da colheita do joio – Mat.
13:30.


E é Justamente nos capítulos 15 e 16 que vemos a batalha final
(conhecida como o “grande Armagedom” que estudaremos mais adiante),
entre a “Igreja de Cristo” e a “Sinagoga de Satanás”,
isto após o mundo ter ouvido a última advertência e o apelo
de Deus, para que o seu evangelho eterno seja levado “a toda nação,
e tribo, e língua e povo” – Apoc. 14:6. Neste ponto, vemos
que ocorrerá um grande movimento mundial ao qual chamamos de “união
das Igrejas”. Não a igreja de Cristo, a verdadeira, mas as igrejas
filhas (protestantes), apostatadas, com a igreja mãe, a grande protistuta
(a igreja papal). Apoc.17:5, 10. Impossível isto ocorrer? Não!
O mundo caminha rapidamente para isso.


Recentemente, o ataque terrorista aos EUA, dividiu o mundo em
duas partes: o mundo islamico e o mundo cristão. Iniciou-se assim uma guerra religiosa.
As fronteiras e discidencias religiosas entre as diversas denominações
cristãs foram esquecidas. Prenuncio da união? Sim!

Mas como isto ocorrerá? Veja oque o verso 10 do Apocalipse 17 nos diz:
dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou;
e, quando chegar, tem de durar pouco. (Apoc. 17:10 RA). Leia também
o verso 12: Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não
receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta,
durante uma hora. (Apoc. 17:12 RA).


Imaginemos: O islamismo, cada vez mais radical, coloca o mundo
em pânico – a
guerra química ou bacteriológica, via carta, é a
sua única
arma eficaz – Os EUA, unido a outros países da ONU,
sentem-se incapaz contra esta ameaça real e acabam recorrendo
ao “Vaticano” em
busca de um “homem carismático” que possa
dialogar e acabar com esta ameaça literal... Cumpre-se
a profecia: Deu-se o poder à besta!
Apoc. 17:13. E então virão as pragas!


Como? Tão rápido assim? Sim! Os últimos eventos são
rápidos. São como uma bola de neve. Crescem em magnitude e velocidade...

Mas antes que isto ocorra, devem acontecer outras profecias descritas
no Apocalipse. Por exemplo, e talvez o sinal mais importante
de que o fim
está próximo,
será um decreto ao qual chamamos de Decreto Dominical...


O que vem a ser este decreto? Imaginemos, que por razões econômicas,
a principio, os EUA, o maior poder econômico e político da humanidade,
mude a sua constituição e faça uma lei regulamentando
o domingo como um dia de descanso e de guarda...

Continuemos em nossas considerações: O mundo continua em pânico...
O terrorismo ainda é uma ameaça real. Muitos já morreram
de medo, de contaminação ou na guerra literal contra o islamismo.
O povo começa a culpar os poucos que ainda não aceitaram deixar
de guardar o Sábado do Sétimo Dia da criação para
guardar o domingo pagão...


Vem então uma lei mais severa: A pena de morte aos “transgressores”.
Difícil? Não, isto já ocorreu no passado com a “santa
inquisição”. Mas, hoje, estamos vivendo em um mundo civilizado!
Sim, um mundo onde a violência, a fome e a indiferença estão
cada vez mais presentes, não é? E, alem do mais está profetizado
em Apoc. 13:15-17.


E, alem disto, quem imaginaria que um dia, a nação mais poderosa
e segura do planeta seria alvo de um ataque tão insano e violento, vindo
de um povo tão sem recursos bélicos quanto o Afeganistão?
Contra as profecias nada pode o ser humano, exceto aquelas profecias que são
condicionais (veja o livro de Jonas), o que não é o caso das
profecias sobre os eventos que antecedem a volta de Cristo.

Em tempo, saiba que este atual presidente americano é católico
e já tramita no congresso americano um esboço desta lei dominical...

Mas, voltando aos eventos finais, temos que após o poder papal não
conseguir resolver a situação do planeta, rapidamente o seu poder
será retirado. Ele será escarnecido e então será o
início das pragas, em plena perseguição
ao povo de Deus que insistem em perseverar nas sagradas leis
de Deus (Apoc. 17:16).


Portanto, este conflito final entre as “duas igrejas” ocorrerá pouco
antes da volta de nosso Senhor, Jesus Cristo; quando Satanás enganará o
mundo todo “com os sinais e prodígios de mentira”. Quem
não for perseverante, juntamente com os marcados pela besta (seus crentes),
serão apanhados pelo “engano da mentira” (II Tess. 2:9-11),
e então será tarde demais...

Jesus, em Lucas 21:35, falou-nos sobre esse laço mundial... e que se
possível, enganaria até mesmo os escolhidos – Mat. 24:24.
E, conforme o Apóstolo Paulo, em Efésios 6:10-17, somente a Palavra
de Deus nos fortalecerá para não sermos “apanhados”...

Isaias nos alertou sobre “este tempo” quando o demônio estaria
lançando um véu sobre as nações (Isa. 25:7), que
colocaria um “cabresto” sobre os povos (Isa. 30:28) e que os homens
fariam da mentira o “seu refugio” (Isa. 28:17) – Será que
este tempo já não chegou?

Lembre-se sobre o que Paulo disse a respeito de Satanás: “E não é de
admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz” (II
Cor. 11:14).



Mas, não será permitido a Satanás imitar a maneira do
advento de Cristo. O Salvador advertiu Seu povo contra o engano neste ponto,
e predisse claramente o modo de Sua segunda vinda...“Surgirão
falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais
e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.
...Portanto se vos disserem: Eis que Ele está no deserto, não
saiais; eis que Ele está no interior da casa, não acrediteis.
Porque, assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra até ao
Ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem.”(Mat.
24:24-27). Não há possibilidade de ser imitada esta vinda. Será conhecida
universalmente, testemunhada pelo mundo inteiro. Afinal só Cristo é onipresente,
não é? – Heb. 4:13.



Pouco antes”, sete Anjos do Senhor saem do Santuário Celestial
e começam a derramar a sete taças da Ira de Deus – Apoc.
15:5-8. Portanto, os juízos finais de Deus, partem de Seu templo...
A porta da graça foi fechada; o Espírito Santo
foi retirado!


João descreve assim, no capítulo 16, as sete taças: o
primeiro derramou a sua taça e causou uma chaga maligna (sinal exterior
de uma podridão interior) nos selados da Besta... Apoc. 16:2. Neste
dia, haverá somente duas classes de selados... E, os que ficaram “em
cima do muro”, afinal serão selados por quem, já que neste
dia a porta da graça já estará fechada? Já não
haverá tempo para o arrependimento...

Mas para os selados do Deus vivo Ele tem uma promessa: “Não te
assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia, nem da peste
que se propaga nas trevas, nem da mortandade que assola ao meio-dia. Caiam
mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás
atingido. Somente com os teus olhos contemplarás e verás o castigo
dos ímpios. Pois disseste: O Senhor é o meu refúgio. Fizeste
do Altíssimo a tua morada. Nenhum mal te sucederá, praga nenhuma
chegará à tua tenda” Sal. 91:5-10.


E o segundo e terceiro Anjos derramam as suas taças sobre as águas,
que se tornam uma matéria podre, semelhante ao sangue de um morto, fazendo-se
que as nações fiquem afetadas pela falta de água potável...
Apoc. 16:3-7.


Mas, novamente para o Povo de Deus, Ele tem a promessa: “Os aflitos e
necessitados buscam águas, e não as há, e a sua língua
se seca de sede; mas eu, o Senhor, os ouvirei, eu, o Deus de Israel, não
os desampararei. Abrirei rios nos altos desnudos e fontes no meio dos vales;
tornarei o deserto em açudes de águas e a terra seca, em mananciais” (Isa.
41:17-18). E em outra passagem o profeta nos alenta: “este habitará nas
alturas; as fortalezas das rochas serão o seu alto refúgio, o
seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas” (Isaías
33:16); assim como fez com Elias... I Reis 17:4.


A quarta praga é derramada sobre o Sol – símbolo do paganismo – que
se torna abrasador... Mas os ímpios continuam a blasfemar contra o Altíssimo...
Agora, estes não podem mais se arrepender, pois o arrependimento é obra
do Espírito Santo, que fora retirado antes da queda das
Sete Pragas... Apoc. 16:8e9.


O quinto anjo agora tem um alvo específico, o trono da besta... Esta
quinta praga assemelha-se às pragas que caíram sobre o “trono
do Egito”. Naqueles dias, haviam trevas em “toda parte”,
enquanto que nas casas dos “marcados” havia luz... (Êxo.
10:22).

Quando o sexto anjo, derrama a sua taça, surgem “três espíritos
imundos” que saem da boca do Dragão, da Besta e do Falso Profeta...
(a Trindade Satânica – seriam eles: O Espiritismo, representando
o Dragão; o Ecumenismo 2.000, representando a Besta e o Movimento da
Nova Era – eu tenho poder! – , representando o Falso
Profeta).


Os versos 14 e 16 do capítulo 16, nos dizem que “eles” devem
preparar os reis para a batalha do Armagedom: “porque eles são
espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos
reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande
Dia do Deus Todo-Poderoso... que se chama Armagedom”.


Este nome (Armagedom), talvez seja o nome mais temido em todo
o Apocalipse... As pessoas acreditam ser a Terceira Guerra Mundial.
Tem medo de “uma
guerra”, mas não da perda “da Vida Eterna! Mas justamente
neste ponto (verso 16) temos uma grande dificuldade: João disse: “Então,
os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom”... (citou o
Hebraico, mas escreveu em Grego).

E, no hebraico, não há nenhuma palavra que se assemelhe à este
termo ou lugar... Temos, como alguns o querem, que a planície do Megido
seria este lugar; mas quando escrevem, por semelhança, Har-megido, este
termo passa a significar: o Monte do Megido... e lá não existe
(no atual Israel geográfico) nenhum monte.


Em Isaias 14:13 temos har-mo`edth, lugar em que Deus tem assentado
o seu trono... e temos também har-migdo (monte frutífero) ou seja, o Monte Sião,
usado por Joel e que boa parte do Apocalipse tem suas figuras tiradas deste
livro... Portanto, novamente, este nome não pode ser literal e sim espiritual,
representando a rebelião final em que o Deus verdadeiro irá exterminar
completamente os Seus inimigos, ao mesmo tempo em que protegerá e preservará completamente
o Seu povo...


Isto podemos confirmar (esta revelação ou batalha é espiritual)
quando analisamos alguns versos anteriores que falam sobre as águas
do Eufrates que secaram... Em linguagem apocalíptica sabemos que águas,
representam povos, nações, enfim pessoas... E imaginem que “praga” seria
para um poder que de repente começasse a ser desacreditado por “seus” seguidores...
Tarde demais! Veja apoc. 17:16

Aqui temos uma analogia – assim como as pragas do Egito – em que
nos dias de Daniel, o rei Ciro (que foi usado, profeticamente por Isaias, como
sendo Jesus Cristo) ao invadir Babilônia, “secou literalmente” as águas
do Eufrates, antes de invadi-la, e como conseqüência “libertou” o
povo de Deus (Isa. 44:27a45:1, cf. Jer. 50 e 51).


Portanto, podemos afirmar, será uma batalha entre “anjos”.
De um lado Cristo e suas “estrelas” e do outro lado Satanás
e suas hostes diabólicas... Podemos avaliar as forças envolvidas,
se recordarmos que apenas um anjo foi necessário para destruir Sodoma
e Gomorra! E no meio desta batalha, agora literal, o homem será envolvido...
Tão tremenda será esta batalha que se não fosse o fato
de que Deus envie Seus poderosos Anjos para proteger o Seu povo, este seria
varrido da face da terra, já que “nós” – os
salvos – seremos o alvo do Dragão... A esses dias o profeta Jeremias
se referiu: “Os que o SENHOR entregar à morte naquele dia se estenderão
de uma a outra extremidade da terra; não serão pranteados, nem
recolhidos, nem sepultados; serão como esterco sobre a face da terra” (Jer.
25:33).


E na seqüência o Anjo derrama a sétima praga ou flagelo de
Deus... e as pessoas que estiverem a adorar a Besta, serão apedrejadas
pelas grandes pedras – 1 talento, cerca de 49 quilos – de saraiva,
sob a aprovação das vozes celestiais. Apoc. 16:17-21. Assim como
pela lei Levita, os idólatras, os adúlteros e os blasfemos eram
apedrejados até a morte; também os ímpios o serão – Deut.13:2-11;
21:18-21; 22:23e24; Lev. 24:16. Veja o que diz o livro mais antigo da Bíblia: “Acaso,
entraste nos depósitos da neve e viste os tesouros da saraiva, que eu
retenho até ao tempo da angustia, até ao dia da peleja e da guerra?” (Jó 38:22e23).


Percebeu a coerência bíblica, desde as suas primeiras
linhas?


Como estudamos em capítulos anteriores, quando João recebeu esta
visão ele estava contemplando cenas no Céu em que “assentou-se
o juízo e abriram-se os livros”. Assim, em visão
ele foi levado aos acontecimentos de nossos dias...


Mas, ao tempo em que estas profecias tiveram especial aplicação,
cinco das “sete cabeças da besta” já haviam caído.
Biblicamente identificamos estes poderes ou reinos como sendo: Babilônia
(o leão, Dan.7:4); Pérsia (Medo-Pérsia, o urso, verso
5); Grécia (o leopardo, verso 6); Roma pagã (a besta com dez
chifres, verso 7); Roma papal, ou eclesiástica (a besta com sete cabeças
de Apoc. 13; também a ponta pequena que falava grandes coisas e proferia
blasfêmias em Apoc.13:2,5, cf. Dan. 7:8); Republicanismo ou democracia
(a besta com dois chifres, verso 11); e a última grande confederação
do mal (últimos governantes – a Besta escarlate,
apoc. 17:3)...


O “grande dragão vermelho” de Apoc. 12, não podem
ser símbolo de qualquer poder especifico, pois embora represente os
ataques de Roma pagã ao Infante Jesus, versos posteriores demonstram
as suas perseguições ao último povo (remanescentes) de
Deus. Na realidade, o seu poder cobre todos os períodos dos demais poderes,
pois por detrás destes, sempre esteve Satanás...

Portanto, quando o profeta, no capítulo 6, foi levado em visão
ao futuro (dele) e estava contemplando os acontecimentos do juízo, o
papado estava em baixa (1.844)... Pouco antes, havia sofrido uma “ferida
mortal” e cinco dos grandes poderes (cabeças) já haviam “caídos”.
Observando agora a cena, o profeta diz que “um existe”, isto é,
estava em ação após 1.798...


Na América, a Guerra Revolucionária, acabou com os “direitos
divinos dos reis” e também arruinou o poder das minorias com a
implantação da democracia. Porém, por mais impressionante
que possa parecer, esta profecia revela que esses grandes princípios
de liberdade serão finalmente abandonados. O que é agora uma
América protestante livre, tornar-se-á uma “aliada de Roma”;
e “fará uma imagem à besta que havia sido ferida à espada
(a palavra que fere – a Bíblia) e vive” – Apoc. 13:14.
Verifique os acontecimentos atuais e veja se o “mundo americano” não
está caminhando para isso!


Sim, “muitas águas já passaram por baixo da ponte da política
internacional”, e o fundamento está sendo lançado para
o ressurgimento do papado para um novo domínio mundial. Mas o Anjo declarou: “Quando
vier, importa que dure um pouco de tempo” – Apoc.17:10. Nunca mais
este poder durará por séculos como aconteceu
no passado!


Agora, interessante é notar que existe uma diferença marcante
entre a besta (leopardo) do capítulo 13, com a do capítulo 17.
Ambas possuem dez chifres, mas a do Apoc. 17 não possui “coroa”.
Esta última besta é descritiva de um período na História
em que “reis e coroas” estão fora de moda...


Durante a Primeira Guerra Mundial, quatro grandes impérios desapareceram:
Alemanha, Rússia, Áustria e o Otomano (Apoc. 9:5). Neste período
de 1.914, mais de duzentas realezas abdicaram de seu poder... Com o desaparecimento
dos reis, tornou-se moda o estabelecimento de repúblicas.


Mas, de qualquer modo é preciso mais do que mudança nas estruturas
governamentais para garantir liberdade. A História revela que se o poder
estiver em mãos de homens sem amor ao povo, estes serão
piores que muitos ditadores...


E, então o profeta fica sabendo que, estes assim chamados reis (governantes
sem coroa) têm um mesmo intento e entregarão o seu poder e autoridade à besta – verso
13. Isto significa dizer que eles confiam neste reino restaurado pela besta.
Mas esta “grande confederação” de poder político
e eclesiástico tem pouca duração. Eles reinam como “reis” juntamente
com a besta “por uma hora” – verso 12.

Aqui temos um período que pode ser de apenas quinze dia literais (1/24
de um dia profético seriam 15 dias literais); mas de qualquer forma – literal
ou simbólico – será breve!


Este poder do papado, de qualquer forma será realmente uma outra cabeça;
e quando a besta e o falso profeta reunirem seus poderes surgirá o “oitavo
rei”, pois essa oitava cabeça “procede dos sete” – Apoc.
17:11. Os reis da Terra cometerão com ela, adultério espiritual,
ou seja, estarão com ela em aliança ilegítima. Apoc. 18:3.
Será a maior união de Igreja e Estado que o mundo já conheceu!


Mas, afim de que o Seu povo esteja preparado para esta tremenda
crise, Deus está enviando Sua última mensagem de misericórdia... O
evangelho será pregado por toda nação, tribo, povos e
linguas... Mar. 16:15. Então todo o mundo será iluminado com
a glória da última mensagem (Apoc.18:1) que declara Babilônia,
ou seja, a igreja caída, como sendo “morada de demônios,
covil de todo espírito imundo, e esconderijo de toda ave imunda e detestável” – verso
2 – e que pelas suas feitiçarias enganou as nações – verso
18.


Ao contrário da pomba (ave limpa) que é o símbolo do Espírito
Santo; Babilônia não é apenas uma igreja, mas sim “a
mãe das meretrizes” (Apoc. 17:5) e suas filhas são achadas
bebendo o vinho de Babilônia, ou seja, doutrinas que não estão
em harmonia com a Bíblia.


Mas, Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para
não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes
dos seus flagelos; porque os seus pecados se acumularam até ao céu,
e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou. (Apocalipse 18:4-5).
Portanto, dentro das mais diversas denominações, existem “crentes” sinceros
que serão salvos. A estes Cristo deu a sua última
advertencia: Retirai-vos dela, povo meu...


Veja que o Juízo de Deus está preste a cair em forma das Sete últimas
pragas, já descritas por João, no capítulo 16, e todos
que se recusarem sair de Babilônia serão atingidos
por elas...


Fugi do meio de Babilônia, foi a mensagem de Deus a Israel, quando a
antiga Babilônia estava preste a cair – Jer. 51:6; e como já notamos
estas pragas vem “num dia” (Apoc. 18:8), ou seja, um ano profético...
E, então todos os poderes mundiais, vendo o completo colapso de toda
essa confederação política, econômica, financeira
e educacional, exclamarão perplexos: Ai! Ai daquela grande Babilônia,
aquela forte cidade! Pois numa hora veio o seu juízo!-
verso 10.


Quatro vezes encontramos a expressão “uma hora”. É somente
por uma hora que as potências do mundo reinarão com ela (Apoc.
17:12). Em uma hora vem o seu juízo (Apoc. 18:10); suas riquezas se
tornam em nada em uma hora (verso 17); e em uma hora é posta em desolação
(verso 19). Como a antiga Babel, também os seus seguidores se voltaram
contra ela – ninguém se entendem – (Apoc. 17:16), pois havendo
posto nela sua confiança, vêem suas esperanças dissipar-se
ao testemunharem “sua destruição” que será completa – Apoc.
18:24.


Neste momento em que toda a confederação do mal declara guerra
a Deus e ao Seu povo – Armagedom? – a promessa é que o Cordeiro
os vencerá... e os que com Ele estão, chamados, e eleitos e fiéis – Apoc.
17:14. Ele nos chamou por Sua graça. Ele nos elegeu para sermos povo
santo; compete a nós sermos fiéis. “Bem está, servo
bom e fiel” Mat. 25:21. E, sobre estes dias falou-nos um outro profeta:
Dispõe-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do SENHOR
nasce sobre ti. Porque eis que as trevas cobrem a terra, e a escuridão,
os povos; mas sobre ti aparece resplendente o SENHOR, e a sua glória
se vê sobre ti. (Isaías 60:1-2).


Depois destas coisas João vê grande júbilo no Céu...
Grande multidão, exaltando o Senhor Deus:“...Aleluia! A salvação,
e a glória, e o poder são do nosso Deus, porquanto verdadeiros
e justos são os seus juízos, pois julgou a grande meretriz que
corrompia a terra com a sua prostituição e das mãos dela
vingou o sangue dos seus servos ...Então, ouvi uma como voz de numerosa
multidão, como de muitas águas e como de fortes trovões,
dizendo: Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso. Alegremo-nos,
exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas
do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou...
(Apocalipse 19:1-7 RA).


O motivo deste “júbilo” foi porque Jesus Cristo venceu a
Grande Batalha – o Armagedom – e agora chega finalmente “as
bodas do Cordeiro”... Mas afinal quem é a esposa, neste casamento?
Em diversos textos bíblicos temos que a Igreja é a esposa. Mas
no capítulo 21:9,10 a esposa é claramente definida como sendo
a Nova Jerusalém, a Cidade Santa... Contradição? Não,
não é! Pois de que vale uma cidade sem os seus habitantes? E “Deus
estava em Cristo reconciliando consigo o mundo...” II
Cor. 5:19.


Antecipando o tempo em que o reino será restaurado, Deus, através
de todo os séculos tem estado a chamar os homens para
que deixem os seus pecados e venham morar na Cidade Eterna.


Em diversas passagens bíblicas, este relacionamento de Deus com os homens,
sua criação; tem sido comparada como uma relação
entre marido e mulher. Ver Isa. 54:5; 62:5; Jer. 2:32; 6:2; Oséias 2:19,20;
Mat. 9:15; João 3:29; II Cor. 11:2; Efés. 5:32...


Mas, a resposta do homem, em sua maioria das vezes foi como
o profeta Isaias disse: “Sete mulheres, naquele dia, lançarão mão
de um homem, dizendo: Nós mesmas do nosso próprio pão
nos sustentaremos e do que é nosso nos vestiremos; tão-somente
queremos ser chamadas pelo teu nome; tira o nosso opróbrio” (Isaías
4:1).


Conforme os costumes do povo nos tempos de João, o “noivo” após
assumir o seu compromisso nupcial, deixava a “noiva” que voltava
para a casa para preparar-se para a vida conjugal; ou seja: casavam-se, mas
por um período de tempo ainda não viveriam juntos (lembram-se
de Maria e José? Eram casados, mas ainda não viviam juntos, quando
ela concebeu a Jesus – Luc. 1:26-35).


Quanto a Cristo, “uniu-se” à Igreja, através do Seu
sacrifício na cruz e então voltou para a casa do Seu Pai, enquanto
a sua “noiva”, a igreja teria um período para se preparar
para as bodas finais... Ele disse: “Na casa de meu Pai há muitas
moradas... Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar,
voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais
vós também” (João 14:2-3). Este lugar é a
Nova Jerusalém!


Quando terminar Seu ministério intercessório, Jesus vem perante
o “Ancião de Dias” para receber o reino e o domínio
pelos quais morreu. Dan. 7:13. Então é feito o anúncio: “Alegremo-nos,
exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas
do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se aprontou...” Apocalipse
19:7.


Cristo mesmo virá à Terra buscar os seus santos (Apoc. 1:7) que
serão arrebatados e levados para “as bodas do Cordeiro” na
casa do Pai – Apoc. 19:7-9. A esse dia Cristo se referiu dizendo: E digo-vos
que, “...desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira,
até aquele dia em que o hei de beber, de novo, convosco no reino de
meu Pai” (Mateus 26:29) Oh! Santa Ceia Celestial!


Enquanto isto, na Terra, terá uma outra “ceia”. Não
uma festa nupcial de alegria e vitória, mas é a trágica
ceia das aves de rapinas que vêm alimentar-se da carne de reis e capitães
, esses que havendo rejeitado o convite para a ceia das bodas do Cordeiro,
são destruídos, juntamente com “aquele” convidado
que fora à festa sem vestir as roupas preparadas pelo “noivo” – Mat.
22:1-14.


Então a besta e o falso profeta – os dois grandes sistemas de
engano – serão lançados, finalmente, no lago de fogo (Apoc.19:20)
e os ímpios, por tanto tempo desafiadores e desobedientes, serão
destruídos pelo resplendor de Sua Glória. Apoc. 6:16. Amém!



Nota: Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao
tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará.
(Daniel 12:4 RA). Especificamente sobre a profecia revelada em Dan.12 sobre
o “tempo do fim” da profecia (não confunda com “os
fins dos tempos” pois este não era o assunto e, sim, a profecia
da purificação do santuário, ou seja, o selamento do povo
de Deus...) muitos eruditos que se dizem interpretes das Sagradas Escrituras
querem mostrar que ali esta sendo relatado o avanço tecnológico
de nossos dias. Porém, a correta interpretação nos indica
que o saber ou a ciência se referem a uma maior compreensão das
profecias bíblicas que até então estavam seladas conforme
o anjo dissera. Só agora por volta do “tempo do fim” do
grande período é que o homem poderia entendê-la.

Povo de Deus: É hora de acordar do sono !


O que Deus está falando através dos últimos
acontecimentos?


Deus fala e sua palavra expressa seus desejos, suas intenções
ao homem. Houve a queda, mas Deus não abandonou sua criação.
Ele preservou seu plano e ainda quer cumpri-lo com a cooperação
do homem. Num sentido, Deus se limitou a usar o homem redimido em
Cristo Jesus para reinar na terra. Para isso, ele expressa sua autoridade
aos verdadeiramente submissos.


Deus fala sua palavra profética não para predizer
o futuro, mas adapta seus planos de acordo com nossas reações
a Ele. Não devemos centralizar nosso olhar nos acontecimentos
em si, mas somos chamados a entrar no Espírito, a nos apresentar
diante do trono (como João na ilha de Patmos) para perceber
a intenção divina comunicada a nós através
de palavras, símbolos e visões.


Ministrando a Deus no Espírito, somos inundados por sua presença
e começamos a enxergar os acontecimentos sob a perspectiva
divina, a pensar como Deus pensa diante da situação
mundial; e assim podemos receber passos práticos para saber
como viver nesses dias, de modo que cooperemos com o plano cósmico
de Deus revelado na Bíblia.


Somos capazes de perceber o que Deus está falando agora através
dos últimos acontecimentos? O que este ataque terrorista aos
Estados Unidos significa profeticamente e em que isso contribui ou
pode contribuir para o cumprimento do plano de Deus?


Nos últimos meses, temos intercedido pelo propósito
de Deus e sentido que essa intercessão precisa ser intensificada,
precisa se tornar diária e constante para recebermos as dores
de parto, os gemidos do Espírito, para chorarmos as lágrimas
de Deus pelo mundo e pela igreja. Deus não ama a igreja que
está preocupada consigo mesma, com seus programas e sua própria
prosperidade.


O peso de Deus é pelo mundo e Deus ama a igreja que ama o
mundo.


Pela comunhão na Palavra, uns com os outros, e pela oração
no Espírito, temos entendido que Israel é chave no
plano de Deus. Os olhos do mundo inteiro estão sobre aquele
pedacinho de terra, prometido a Abraão, conquistado com muita
luta e lágrimas pelos patriarcas, tirado muitas vezes do povo
por causa de sua idolatria e pecado, e restaurado outras vezes após
o fim dos cativeiros.


Durante séculos, o povo judeu ficou disperso pelos quatro
cantos do mundo até que no início do século
XX começaram a voltar para sua terra. Continuaram a voltar
durante a perseguição de Hitler aos judeus, na Segunda
Guerra, quando ele declarou que a ´solução final´ era
a destruição total dos judeus.


Mas em 1948 algo aconteceu que nunca aconteceu com nenhum outro
povo na face da terra - Israel tornou-se outra vez uma nação,
cumprindo as profecias bíblicas. De fato, Deus zela por sua
palavra e ela não volta vazia. Em 1967, os árabes,
inimigos do povo de Deus desde os tempos bíblicos, se uniram
para lançar Israel no mar durante o que ficou conhecido como ´A
Guerra dos Seis Dias´.


Mais uma vez, miraculosamente, o exército de Israel, bem
inferior em números, como que encarnando a luta entre Davi
e Golias, venceu os milhares de árabes, conquistando mais
território e tomando posse de Jerusalém, a capital
que Davi escolhera e cuja escolha Deus aprovara. Hoje judeus e árabes
lutam pela posse de Jerusalém e pelo monte onde já esteve
o templo do Senhor, mas onde agora se encontra uma mesquita mulçumana.


Em todos esses acontecimentos, Deus estava agindo paralelamente
na igreja, enviando o Movimento Chuva Serôdia em 1948, e o
Movimento Carismático na Igreja Católica em 1967, provando
que de fato Israel é o relógio de Deus.


Vemos na Palavra que faz parte do plano de Deus formar um só corpo,
uma só igreja, com os judeus e os gentios. Paulo disse que
este é o mistério, judeus e gentios fazendo parte do
mesmo corpo. Essa união formará a igreja gloriosa que
introduzirá a vinda de Cristo e o reino de Deus na terra.


E o que esse maior ataque terrorista da história tem a ver
com Israel? Mais uma vez a raiz de tudo isso é o ódio
dos árabes a Israel. O próprio governante do Irã expressou
publicamente sua consternação pelo ato terrorista mas
acrescentou que o culpado de tudo isso é Israel e que se essa
nação fosse destruída haveria paz na terra e
nada disso teria acontecido.


Os terroristas árabes consideram os EUA o império
do mal, satânico, que além de promover a pornografia
e a luxúria, protege seu maior inimigo, a nação
de Israel. É a velha luta entre Ismael e Isaque. Mas esta
terra foi prometida a Abraão e Deus disse que ´em Isaque´ seria
levantado um povo que habitaria na terra e abençoaria todas
as nações. Através de Abraão, Isaque
e Jacó, Deus levantou seu povo escolhido e através
deste povo deu à luz duas coisas: um homem e um livro.


Esse homem é Jesus, nosso salvador e redentor, e esse livro é a
Bíblia, sua palavra escrita, escrita por autores judeus. O
homem, mais o livro, mais o Espírito Santo, deu origem à igreja
de Atos, cujo fundamento foram os apóstolos judeus com revelação
de que esse homem era Jesus, o Filho de Deus. Essa igreja judaica
foi perseguida e levou o evangelho para todos os confins da terra.


Deus levantou um apóstolo judeu, Paulo, que levou a revelação
do mistério aos gentios, e assim tivemos acesso, pelo Espírito
Santo, à bênção de Abraão. Mas
o plano de Deus não parou aí. Se a rejeição
dos judeus a Jesus redundou em grande riqueza para o mundo, e o seu
abatimento em riqueza para os gentios, quanto mais a sua plenitude, à sua
restauração ao corpo de Cristo (Rm 11.12). Romanos
11 diz que o endurecimento de Israel não será para
sempre, mas que na plenitude dos tempos dos gentios todo o Israel
(natural e espiritual) será salvo (vv. 25,26).


Há uma profecia na Bíblia que diz que no fim Israel
ficará só, sem o apoio de nenhuma outra nação
(Zc 12.3). Nesse tempo, ele se voltará a Deus e clamará por
salvação. Diante dos acontecimentos atuais, começamos
a indagar se o quadro para o cumprimento dessa profecia não
está se formando? Até quando as nações,
lideradas pelos Estados Unidos, vão querer correr o risco
de enfrentar um inimigo tão imprevisível como os terroristas
mulçumanos, cujos ataques não são possíveis
de serem defendidos pelo melhor sistema de defesa militar?


Vamos falar sinceramente, nenhum poderio militar é capaz
de vencer um bando de fanáticos que estão dispostos
a dar a própria vida por sua causa. Quem não tem medo
de morrer, vence tudo. Isso é um alerta para nós cristãos.
Num sentido, eles são mais convertidos à sua causa
do que nós cristãos que ficamos divididos entre servir
a Deus e às riquezas do mundo. Estariam os cristãos
dispostos a deixar tudo por amor a Deus como esses árabes
estão dispostos a morrer pela causa muçulmana?


Estaria, então, para chegar o tempo quando todas as nações
desampararão Israel em troca de uma paz mundial falsa? Muitos
cristãos estão indagando também se este ataque
terrorista não seria o início da queda de Babilônia
descrita em Apocalipse 18. Realmente, essa passagem descreve de maneira
vívida o que aconteceu em Nova York, o centro mundial de comércio, ´em
um só dia´: fala de morte, pranto, fogo, lamentação
dos mercadores da terra porque já ninguém compra sua
mercadoria.


Mas o livro de Apocalipse descreve também várias cenas
impressionantes de adoração antes das cenas de juízo
sobre a terra. É hora de os cristãos receberem visão
profética do plano cósmico de Deus e priorizar uma
vida de intercessão e ministração ao Senhor
para ver a porta do céu aberta (como João na ilha de
Patmos) e saber como orar com entendimento pelos acontecimentos da
história, segundo a visão e concepção
divina.


Intercessão no Espírito, altos louvores e adoração
diante do trono precisam ser intensificados nestes dias. Para isso,
Deus vai querer pessoas totalmente descentralizadas de si mesmas
para chorar as lágrimas do Senhor pelo mundo e pela igreja.


Salmo 149 diz: ´Nos seus lábios estejam os altos louvores
de Deus, nas suas mãos, espada de dois gumes, para exercer
vingança entre as nações e castigo sobre os
povos; para meter os seus reis em cadeias e os seus nobres, em grilhões
de ferro; para executar contra eles a sentença escrita, o
que será honra para todos os seus santos. Aleluia!´.


Após períodos intensos de intercessão, é possível
entrar em altos louvores que vão liberar o juízo de
Deus sobre a terra. Esses versículos não estão
falando só sobre reis e príncipes terrenos, mas sobre
potestades. Só podemos vencê-las se houver altos louvores.
A palavra profética começa com louvores e termina com
a sentença escrita de Deus. É uma obra do Espírito.


As nações estão cheias de ímpios e de
injustiça. Há os ricos e os altos escalões do
governo com corrupção, desviando verbas, enquanto a
miséria e pobreza imperam nas favelas. O povo no nordeste
carrega um jarro de água na cabeça, água trazida
de grande distância, enquanto os políticos usam as verbas
para a seca para furarem seus próprios poços em suas
grandes fazendas.Eles não vão ficar impunes. Os grandes
políticos vão receber juízo, não vão
escapar. Se eles estão seguindo Satanás, vão
sofrer a sentença junto com ele no lago de fogo.


Imagine toda a regalia do senado, aumentando seu próprio
salário para trabalhar três dias na semana, enquanto
o povo está faminto e sem emprego. Os ímpios vão
pagar o preço. O salmo diz que vai ter acerto, a justiça
do Senhor virá sobre a terra. Estamos num grande drama e o
povo de Deus está chamado para participar disso com intercessão
e altos louvores.


Algumas vezes na história isso já tem acontecido.
No Dia D, na Segunda Guerra Mundial, houve grande preparação
por parte dos aliados para invadir a Europa e atacar Hitler - por
terra e por ar. Mas havia também um grupo de pessoas orando
e intercedendo. E houve vitória em oração no
meio da batalha.


Deus está juntando pessoas. Onde estão os sacerdotes,
onde está a assembléia solene de Joel 2? Onde estão
os ministros do altar, os jovens, os velhos e as crianças
para chorar diante de Deus pela situação do mundo,
para entrar em intercessão e em altos louvores e adoração
que vão liberar o juízo de Deus sobre a terra?


Deus não conta com equipamentos ou número de pessoas.
Ele quer pessoas quebrantadas, chorando as lágrimas de Deus.
Haverá a volta de Jesus, Deus vai executar justiça,
a manifestação dos filhos de Deus vai libertar a criação
do cativeiro. O preço a pagar não é nada em
comparação ao alvo.


Como os terroristas árabes dão tudo por sua causa,
os verdadeiros adoradores e intercessores precisam enxergar o plano
de Deus e dar tudo para cooperar com ele. Vai haver intercessão
com lágrimas e para quem quer só Jesus vai haver luta
e perseguição. Vai haver inimigos, mas a obra é de
Deus e não precisa ficar preocupado com calúnias. Vai
haver oposição e desentendimento entre os próprios
crentes.


Afinal, quem crucificou Jesus foram os próprios crentes da época,
os fariseus e os religiosos. Vai haver separação entre
o joio e o trigo. Os anjos vão nos apoiar na intercessão,
e Jesus vai ministrar. Haverá choro e compaixão. Afinal,
lágrimas são orações líqüidas
e amor sem palavras. Estamos exortando os cristãos para entrarem
nisso porque vale a pena. Há tantos dons e talentos escondidos
que têm capacidade tremenda para louvar a Deus, e estão
presos porque querem seus planos e sucesso financeiro.


Mas Deus está fazendo algo brotar. Crianças vão
participar disso.Vão revelar seus pecados ocultos - haverá genuíno
arrependimento. Estamos sendo preparados para gemer os gemidos inexprimíveis
do Espírito Santo e para chorar as lágrimas do Senhor;
e isso exige caráter e santidade. Exaltação
e esforço carnal não são permitidos. Deus está preparando
um exército cujo cargo é gemer e se apresentar diante
de Deus, como na assembléia solene de Joel 2, e entrar em
verdadeira adoração como o livro de Apocalipse descreve.
Intercessão e adoração que liberam a ação
e o juízo de Deus na terra.

Visão dos Últimos Dias da Igreja


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